Finalista do Prêmio Dimba, Maiqui está na Itália e deixa em aberto volta ao futebol candango

O meio-campista marcou um belíssimo gol com a camisa do Bolamense e é um dos três finalistas na disputa de gol mais bonito do ano
Foto: Reprodução/Instagram
Por Danilo Queiroz

O Prêmio Dimba está em seus últimos dias de votação aberta e, a partir de hoje, o Distrito do Esporte iniciará uma série para contar a história de cada um dos três finalistas à premiação que elegerá o gol mais bonito da temporada do futebol candango. O meio-campo Maiqui foi o autor um belíssimo tento no melhor estilo Ronaldinho Gaúcho na Copa do Mundo de 2002 com a camisa do Bolamense.

Carioca, o jogador iniciou sua carreira em 2010 em clubes do seu estado natal. Maiqui vestiu a camisa de times como Sampaio Correia, Rubro Social e Araruama no Rio de Janeiro. "Estava sempre jogando bem por lá. Em 2016, fui eleito o melhor jogador da posição no Campeonato Carioca Série B2 e em 2017 briguei pela artilharia do torneio no Rio com o Fábio Saci", contou o atleta. "Com isso tive a oportunidade de jogar aí em Brasília pelo Bolamense", lembrou.

Porém, o desempenho em terras candangas ficou abaixo do que era esperado pelo jogador devido a um acontecimento inesperado. Logo em seu segundo jogo com a camisa do clube estreante na elite futebol local, Maiqui sofreu uma lesão que o afastou dos gramados no restante do Campeonato Candango. O fatídico problema aconteceu na derrota para o Sobradinho, que se consagraria campeão ao fim competição.

Mesmo com o pouco tempo no Bolamense, o jogador marcou marcou um gol emblemático. Diante do Gama, logo na primeira rodada, Maiqui acertou uma bela cobrança de falta na lateral da grande área, encobrindo o goleiro Victor Brasil. O meia garantiu que, realmente, teve a intenção de colocar a bola na gaveta da meta alviverde. "Em uma bola parada se visa muito o companheiro dentro da área, mas tive a felicidade de tentar direto e poder acerta um belo chute", contou.

Maiqui ressaltou sua alegria em poder concorrer no Prêmio Dimba, que escolherá o tento mais bonito do futebol candango em 2018, dizendo que não esperava ver seu gol estivesse entre os mais emblemáticos da temporada da capital federal. "Eu fico feliz em fazer parte da premiação. Não esperava ter essa repercussão toda e só tenho agradecer a Deus por tudo. O gol foi uma premiação pelos trabalhos nos treinos", comemorou o atleta.

Atualmente, o jogador está vivendo o desafio de se aventurar no futebol europeu, mais precisamente em terras italianas. Porém, está no aguardo da abertura da janela de transferências do campeonato local em dezembro para poder entrar em campo e concretizar a oportunidade. "Está sendo uma experiência boa. As portas se abriram através do Araruama. Espero poder marcar meu nome por lá também", disse.

Embora esteja com o pensamento voltado para as futuras oportunidades na Itália, o jogador lembra com carinho dos dias no Distrito Federal e deixa em aberto a possibilidade de voltar ao futebol  candango caso receba propostas de times locais na próxima temporada. "Jogar em Brasília é muito bom. Quem sabe não tenho uma outra oportunidade de atuar em outro clube aí no DF em 2019", deixou no ar.

Inicialmente, dez jogadores disputaram em votação popular três vagas na final do Prêmio Dimba. Davi, do Paracatu, Paulinho, do Capital, e Maiqui, do Bolamense, avançaram para concorrer na fase decisiva do projeto que busca valorizar os artistas do futebol candango. O grande vencedor da premiação e autor do gol mais bonito do ano será conhecido em 15 de outubro, às 18h30, ao vivo durante programa Resenha F.C., do portal DF Sports.

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