Em São Paulo, Universo/Caixa/Brasília busca recomeço no NBB. Veja detalhes dos rivais

JP Batista, do Mogi das Cruzes, e Fischer, do Corinthians, são os principais destaques dos próximos rivais do Universo no NBB
Foto: Reprodução/LNB
Por Danilo Queiroz

A volta ao Novo Basquete Brasil (NBB) não vem sendo do jeito que a torcida e os integrantes do Universo/Caixa/Brasília esperavam. Após ficar uma temporada ausente do principal torneio de basquete do Brasil, a franquia brasiliense reestreou com duas derrotas dentro de seus domínios. Primeiro, foi superada pelo Vasco da Gama por 77x76. Na sequência, o algoz foi o Flamengo, que venceu por 94 a 69. As duas partidas foram no Ginásio Nilson Nelson.

Agora, o time candango tentará se recuperar na competição fora de seus domínios e fará sua primeira viagem para tentar trazer as primeiras vitórias na bagagem. Em São Paulo, o Universo/Caixa/Brasília terá dois desafios: primeiro enfrentará o Corinthians, na quarta-feira (24/10) às 21h no Ginásio Wlamir Marques, no Parque São Jorge. Já na sexta-feira (26/10), os brasilienses visitarão o Mogi das Cruzes, às 21h10, no Ginásio Professor Hugo Ramos.

Em 12º lugar na classificação, o Universo/Caixa/Brasília está fora da lista das oito equipes que, neste momento, estão avançando para os play-offs do NBB. Uma posição acima, o Corinthians também vem de duas derrotas na competição. Já o Mogi das Cruzes vem fazendo bonito. Com uma partida a mais no torneio, o clube paulista venceu duas partidas e perdeu outra, ficando raiz no terceiro lugar da tabela.

Fator casa também não foi diferencial no Corinthians


Colados na classificação do Novo Basquete Brasil (NBB), Universo/Caixa/Brasília e Corinthians também têm semelhanças no início da competição. Assim como o time brasiliense, o alvinegro paulista não conseguiu fazer bom uso do fator casa e foi derrotado duas vezes em seus domínios. Primeiro, perdeu para o Franca por 83x80. Na sequência, o Paulistano frustrou o mando de campo corintiano ao vencer por 92x83.

Comandando pelo técnico Bruno Savignani, o time paulista tem Fuller como o principal cestinha. Com 43 pontos anotados, o armador foi o principal cestinha alvinegro nos dois primeiros jogos. Outro grande perigo da equipe alvinegra está no armador Fischer, sendo o destaque do time no índice de eficiência do NBB, que retrata a contribuição do atleta para sua equipe na partida, considerando tanto os atributos positivos e os negativos.

Brasilienses terão que competir com bom início do Mogi


Na contra-partida do equilíbrio que promete marcar o primeiro jogo do Universo/Caixa/Brasília em solo paulista, o segundo desafio será contra um time com um grande início no Novo Basquete Brasil (NBB). Com duas vitórias (85 a 75 sobre o Paulistano e 100 a 72 sobre o Basquete Cearense) e uma derrota (83 a 77 diante do Pinheiros), o time está em terceiro lugar na tabela, atrás apenas de Flamengo e Pinheiros, que estão 100% na competição nacional.

Comandado pelo técnico Jorge Guerra, a equipe de Mogi das Cruzes conta com o jogador mais eficiente deste início de NBB. Com 62 pontos anotados, o pivô JP Batista vem sendo o grande destaque da equipe no início de competição. Na vitória contra o Basquete Cearense, ele foi responsável por um duplo-duplo, com 24 pontos e 14 rebotes conferidos na partida. A defesa, porém, é apontada pelo jogador como ponto fraco da equipe até agora.

“Durante toda a temporada o nosso treinador vem nos cobrando o lado defensivo. Ofensivamente conseguimos ir bem, mas com a defesa como um ponto fraco. Na partida contra o Basquete Cearense fizemos um trabalho defensivamente sólido e com isso conseguimos dar um gás no ataque. A vitória falou por si só”, disse o pivô do Mogi logo após a vitória que garantiu o time paulista como o primeiro a ultrapassar 100 pontos na atual edição do NBB.

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